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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sadness

Nazaré - Portugal


Don’t wait until it’s too late
To tell someone how much you love,
How much you care.
Because when they’re gone,
No matter how loud
You shout and cry,
They won’t hear you anymore.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Early Spring



Don't believe what your eyes are telling you.
All they show is limitation.
Look with your understanding, find out what you already know,
and you'll see the way to fly.
Richard Bach

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

People (II)

Siem Reap - Cambodia


Life is like a camera....focus only on what is important and you will capture it perfectly. :)
- Linda Poindexter





quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

People (I)


Luang Prabang - Laos

Some people, no matter how old they get, never lose their beauty -
they merely move it from their faces into their hearts. 
~Martin Buxbaum

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Arrepio no coração..

Siem Reap - Cambodia



"Para mim o amor tem que ter...
sensação de borboletas no estômago...
palpitação no coração...
rubor na face...
sorriso envergonhado...
arrepio no coração...

Aaaah... arrepio no coração...
esse amor é para sempre...
por muitas vidas..."

Autor Desconhecido




segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A vida no Lago Tonlé Sap, Camboja



No Camboja, perto de Siem Reap, encontra-se o maior lago de água doce do sudoeste asiático. O lago Tonlé Sap é um fenómeno natural que providencia peixe e água de irrigação a metade da população do país!

Este lago está ligado ao grande rio Mekong, em Phnom Penh, por um
canal de 100 Km, chamado rio Tonlé Sap. Na estação das chuvas o nível do Mekong sobe, fazendo recuar as suas águas pelo rio Tonlé Sap até ao lago. Neste período, os 2500 km2 de área do lago passam a 13000 km2 ou mais, e a sua profundidade passa de 2 a 10 metros. No início de Outubro, o nível da água no Mekong começa a descer e o rio assume corrente contrária, drenando as águas do lago de volta ao Mekong.

Este processo extraordinário faz do Tonlé Sap um dos mais ricos recursos de peixe de água doce do mundo e um habitat ideal para milhares de aves.

Ao contrário do que pensava, é na época das águas baixas que a azáfama da pesca é muito intensa. Com o nível das águas alto, simplesmente não há pesca, pois a dispersão do peixe impossibilita o trabalho; com menos água é fácil pescar. Assim, na época das chuvas não há trabalho (nem dinheiro), por isso nesta altura do ano (estamos no início da época seca) trabalha-se muito para tentar armazenar para os meses de escassez. A história da formiguinha é bem real!!









As aldeias e vilas em redor deste fabuloso recurso natural vivem literalmente dele. As casas são construídas sobre estacas ou simplesmente flutuam neste imenso lago. Toda a vida quotidiana decorre literalmente na água, com as canoas como único meio de transporte. Todos trabalham, até as crianças. O calor é muito e alguns descansam, deitados nas redes ou no chão de cana das suas casas. A arquitectura e "mobília" destas habitações faz-me pensar no nosso modo de vida, tão cheio de tudo.




A água serve para banhos e para lavar roupa e loiça. No meio do lago encontramos escolas flutuantes, cabeleireiros, mercearias e até uma igreja flutuante. Junto à escola, pais aguardam os filhos nas suas canoas; alguns alunos jogam à bola no ginásio, espaço preparado no topo da construção, protegido por uma rede.






O nosso barco "muito rápido" demorou 6 horas a percorrer o caminho entre Phnom Pehn e Siem Reap. Na parte mais larga do lago não era sequer possível avistar as suas margens.


Viajando no tejadilho, são 6 horas de puro prazer, não só pelo bronzeado mas também pela possibildiade de desfrutar de tamanha beleza.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Nevoeiro



Espero

Espero sempre por ti o dia inteiro,
Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
O nevoeiro
E há em todas as coisas o agoiro
De uma fantástica vinda.

As ondas quebravam uma a uma
Eu estava só com a areia e com a espuma
Do mar que cantava só para mim.

(Sophia de Mello Breyner)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Futuristic

The Champalimaud Centre for the Unknown - Lisbon


The future, according to some scientists, will be exactly
 like the past, only far more expensive. 
~John Sladek

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Chiita

Chiita - 1,5 m comprim. - 3 anos

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal,
ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.
Albert Schwweitzer (Nobel da Paz - 1952)"

 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Shadows

Angkor Wat - Siem Reap - Cambodia



An optimist is a person who sees only the lights in the picture,
whereas a pessimist sees only the shadows.
An idealist, however, is one who sees the light and the shadows,
but in addition sees something else:
the possibility of changing the picture,
of making the lights prevail over the shadows.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Nada é por acaso...



"Cada um que passa na nossa vida, passa sozinho…
Porque cada pessoa é única para nós,
E nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa na nossa vida passa sozinho,
Mas não vai só…
Leva um pouco de nós mesmos
E deixa-nos um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
Mas não há os que não deixam nada.
Esta é a mais bela realidade da Vida…
A prova tremenda de que cada um é importante
E que ninguém se aproxima por acaso..."

Antoine de Saint Exupéry

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Killing Fields, Cambodia

É um local sossegado e calmo. Inicialmente, parece um jardim imenso, coberto de relva, ouvem-se os pássaros, milhares de borboletas esvoaçam.


Cruzando o portão de entrada, um caminho cinzento, parecido com uma calçada, bordejado pelo verde da relva que domina todo o local leva directamente ao Memorial, uma stupa budista.Do lado direito deste, uns metros à sua frente encontra-se um pequeno museu.
Espalhadas um pouco por todo lado, árvores derramam a sua sombra. Pequenos trilhos bem definidos permitem a circulação das pessoas por toda a área.
Observo que o verde da relva é manchado por inúmeras depressões de tamanhos variáveis, que agora são poças de água barrenta de terra. Estamos no final da estação das chuvas.
Um guia ali perto avisa "Não sair fora dos trilhos, são valas comuns". Acrescentando "ainda existem pessoas enterradas ali".


Com estas palavras, rompe-se definitivamente com a aparência pacífica e tranquila do local. Ao fim e ao cabo estou num centro de extermínio, o mais conhecido dos "killing fields" do Camboja: Choeung Ek.
Como todos os locais tocados pelos Khmers Vermelhos, tem um passado brutal, hostil e cheio de dor.
Situado a cerca de 15 km a sul de Phnom Penh, este "killing field" era alimentado pela prisão de Tuol Sleng.
De lá, vinham os mortos que já não tinham espaço para serem enterrados no pátio, vinham os moribundos para acabarem de morrer e os vivos para serem executados.
Os prisioneiros chegavam a este centro de extermínio de camião. Vinham atados e de olhos vendados. Saíam do camião e eram encaminhados para as valas comuns. Ajoelhavam virados para elas, os guardas batiam-lhes na cabeça e caiam sobre a vala. Faziam isto em série. Dia após dia, durante anos
.
                                                                                                                                                
Para impedir a propagação de doenças e simultâneamente acabar de matar os moribundos, espalhavam DDT sobre os corpos caídos. Com a continuação das explicações do guia, o espaço verde onde me encontro, fica na minha mente tingido de sangue. As árvores perdem a sua inocência para se tornarem utensílios de morte e tortura. Chamam-lhes as "killing trees". Encaminho-me para uma delas. Tem um letreiro em inglês onde se pode ler : "árvore onde os carrascos espancavam as crianças". Sob a protecção dos seus ramos vê-se um memorial. Um pouco mais à frente um pequeno recinto delimitado com uma pequena cerca de madeira. Encontro outro letreiro : "local onde estão enterradas pessoas sem cabeça".


Neste local as crianças eram retiradas às mães que as seguravam e protegiam, eram atiradas contra a árvore ou esmagadas contra ela. Ou atiradas ao ar e eram apunhaladas na queda. As mães assistiam à sua morte, e depois por sua vez, elas próprias eram espancadas e mortas por decapitação, com machados.
Outra árvore. Os prisioneiros eram amarrados e espancados até à morte. O método preferido pelos Khmers Vermelhos que não queriam desperdiçar as preciosas e caras balas. Usavam bastões, pás, machados, barras de ferro, troncos e facas. Muitos dos crânios mostram claras evidências de perfurações.




Ainda uma outra. O seu letreiro diz que um altifalante era pendurado com música alta. Canções da revolução khmer. O seu objectivo era sobrepor-se aos gritos e gemidos dos que morriam nas valas comuns para que as pessoas que trabalhavam no cultivo de arroz nos campos adjacentes não suspeitassem do que estava a ocorrer.

A caminho do Memorial, o guia faz uma última paragem para falar sobre os restos mortais numa área igualmente delimitada. O letreiro informa que se tratam de ossadas e dentes.
 

Ainda nos dias de hoje continuam a aparecer restos mortais. É o tempo a fazer o seu trabalho. O sol e as chuvas fortes vão erodindo o solo, trazendo ao de cima, ossos, dentes e alguma roupa. Destacam-se do castanho da terra pela brancura que exibem.

O Memorial, uma stupa budista foi construído entre 1988 e 1989. As stupas, segundo a crença budista são estruturas sagradas. Templos ou parte de um monumento, em forma de torre que pode ser abobadada ou semi-esférica, que contém restos mortais de um individuo, normalmente alguém importante, de uma família ou de um colectivo.
Neste caso, é uma homenagem às cerca de 17 mil vítimas assassinadas em Choeung Ek. Expõe numa coluna central que se ergue até ao topo do monumento e ocupando praticamente toda a área interior, simbolizando o eixo do mundo, cerca de 9000 crânios de vítimas da atrocidade inaudita dos Khmers Vermelhos.




No seu pico, "a produção de morte" de Choeung Ek, chegava a atingir cerca de 300 execuções diárias. Nem sempre os carrascos conseguiam dar conta "do recado". Incrivelmente, por isto, muitos deles foram presos por traição e falta de lealdade ao regime e posteriormente executados.

 

Pela segunda vez neste dia, saio de olhos húmidos de um recinto. E pela segunda vez, uma pergunta insiste em não ter resposta: porquê ?!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Royal Palace, Phnom Penh, Cambodia (I)






Cambodia Legend
Cambodians trace their ancestry back to a Brahman prince named Kaundiya, he was from a powerful kingdom in Takkisila (north-west India), unable to inherit because he was the second son. He consulted an astrologer who advised him to get the sacred javelin from the temple of Drona (Hindu god) and seek his fortune at sea.
          The prince and his crew traveled for several months and were lost in a powerful storm, when it finally cleared up, Kaundiya by now desperate for food and water made a promise to settle to wherever his javelin landed. The spear hit an island which was ruled by a powerful Naga King, a seven-headed sea serpent. Luckily at the time, the king was not present on the island, his daughter, the princess Soma tried to defend her home from Kaundiya and his men. She lost and surrended to him, the prince fell in love with the princess and married her.
          The Naga King, then drank all the water surrounding the island, land emerged and presented this new kingdom to the couple as his wedding present. It is there that Kaundiya and Soma settled and founded the line of kings in Cambodia.


Cambodian Naga at Royal Palace


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012