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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Sometimes..



my youngest nephew - Diego




... the litllest things
take up the most room
in our hearts ..
- Winnie the Pooh



terça-feira, 7 de agosto de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Children's Day




We are the future... The hope for a brighter tomorrow... We, the children of the world... Are symbols of promise... and potential.



 


International Children's Day!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

It always makes my day!


Children of Laos





“A child can teach an adult three things: to be happy for no reason, to always be busy with something, and to know how to demand with all his might that which he desires.”
Paulo Coelho

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

People (II)

Siem Reap - Cambodia


Life is like a camera....focus only on what is important and you will capture it perfectly. :)
- Linda Poindexter





quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

People (I)


Luang Prabang - Laos

Some people, no matter how old they get, never lose their beauty -
they merely move it from their faces into their hearts. 
~Martin Buxbaum

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Crianças da Indochina

Vietname

"IMAGINE"

Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people living for today

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people living life in peace

You, you may say
I'm a dreamer, but I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people sharing all the world

You, you may say
I'm a dreamer, but I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will live as one

(Lennon, John)

Camboja


Tailândia



Laos


quarta-feira, 1 de junho de 2011

O melhor de tudo são as crianças...


1 de Junho - DIA MUNDIAL DA CRIANÇA




"Relâmpago é um barulho rabiscando o céu"

"Palhaço é um homem todo pintado de piadas"




"Sono é saudade de dormir"

"Arco-íris é uma ponte de vento"




"Deserto é uma floresta sem árvores"

"Vento é ar com muita pressa"



"Felicidade é uma palavra que tem música"

"Esperança é um pedaço da gente que sabe que vai dar certo".



Ser criança é ter um riso franco esparramado pelo rosto, mesmo em dia de chuva, é adorar deitar na relva, ver figuras nas nuvens e criar histórias.

Ser criança é estar de mãos dadas com a vida na melhor das intenções. É acreditar no momento presente com tudo o que oferece, é aceitar o novo e desejar o máximo.

Ser criança é misturar sorvete com televisão, computador com cheiro de flor, passarinho com goma de mascar, lágrimas com sorrisos.

Ser criança é ser capaz de perdoar e anestesiar a dor com uma dose de sabedoria genuína e peculiar

E ser criança é, também, ser o adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia. O adulto que consegue se reencontrar com a criança que ainda vive no seu íntimo e mais precioso território.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Viver e deixar viver



Hoje dediquei-me a pensar e a escrever sobre algo que me tem vindo a deixar apreensiva: a maneira como lidamos com outras filosofias de vida que não a nossa. Ocorrem-me de tempos a tempos, sobretudo em dias mais tristes, pedaços de frases soltas ouvidas ou lidas algures, palavras que ecoam na minha memória, e que me deram que pensar geralmente não pelos melhores motivos. Frases em que fui surpreendida pela arrogância e pelo elitismo mais ou menos assumido que me rodeava.



Considerando-se vencedores dignos e meritórios, censuram impiedosamente quem não se regeu pelos mesmos parâmetros, e não teve os mesmos objectivos.

Fez-me pensar o quanto é fácil para eles julgar todos os outros, considerá-los à partida e por definição um fracasso, nem que seja a fim de mostrarem aos outros (e sobretudo talvez a si próprios) as suas conquistas e virtudes. Este discurso com as suas muitas variações tem a capacidade de me enfurecer e mais tarde de me entristecer, por lamentar sobretudo a visão limitada e limitativa que têm da vida e da sociedade onde a vivemos. Talvez também seja mais fácil julgar a vida dos outros do que compreender que existem outras maneiras de ver a mesma realidade, que certamente não serão menos legitimas. Talvez mais elementar ainda: entender que a vida de cada um pertence a esse individuo e em ultima analise ele tem o direito de decidir o que fazer dela (desde que cumpra as regras em que a sociedade se baseia, ou seja desde que cumpra a lei) e as suas decisões podem e devem merecer o nosso respeito, concordemos com elas ou não. Dito de outra maneira, muitos de nós, senão mesmo todos nós, devemos aprender a viver e deixar viver.


A tolerância, o simples respeito pelos outros, pelos quais tantos lutaram e ainda hoje muitos lutam, é talvez a maior das utopias, mas talvez seja também a chave para um mundo mais justo. Quando finalmente soubermos (sabê-lo-emos algum dia?) deixar o pensamento mesquinho e egoísta, sairmos do nosso confortável casulo e virmos o mundo real com a finalidade de compreender e não de julgar (afinal quem somos nós para o fazermos, quem nos deu tal direito?) tornar-nos-emos mais humanos, mais abertos, mais capazes apreciar a diversidade natural e necessária dos seres humanos. (Ana Teresa)



Vivam e deixem viver!
Somos realmente todos diferentes, e é esse pormenor que torna a vida interessante.
Se assim não fosse, que monotonia.....

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Olhar..



Se o olhar fala?
Tenho a certeza que sim...
Ou melhor, percebo-o assim.
O grande desafio é interpretá-lo, decifrá-lo,
Perceber as suas nuances...
Os seus desvios de direcção para nada ser dito,
Os seus desvios de direcção para nada ser lido...
O olhar fala...
Sem meias palavras e sem palavras inteiras,
Porém com pensamentos completos.
Simples forma de um complexo e profundo diálogo,
Ainda que o revelar não seja o pretendido.
Vale a capacidade de vê-lo, percebê-lo...
Um mergulhar da íris na obscuridade,
Repleta de cores a colorir as páginas da vida...
Se o olhar fala?
Tenho a certeza que sim...

(Tino)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Baby Girl recipe


My beautiful niece Valerie


Take a sprinkling of fairy dust,
An angel's single feather,
Also a dash of love and care,
Then mix them both together.
Add a sentiment or two,
A thoughtful wish or line,
A touch of stardust, a sunshine ray...
Its a recipe, for a Baby Girl truly fine.


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Capitães da Areia

(Estes capitães da areia, encontrei-os a todos nos areais de uma das ilhas mais bonitas do mundo : Zanzibar. Não têm brinquedos como nós os conhecemos, mas fabricam-nos conforme a imaginação. Não sabem o que é a Playstation, mas brincam, riem-se muito e pescam como ninguém. Acima de tudo, são livres, parecem bandos de pardais à solta..... :)


Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos








Uma bola de pano num charco
Um sorriso traquina, um chuto
Na ladeira a correr, um arco
E no céu no olhar dum puto


Aqui se fabrica uma jangada

Uma garrafa de plástico como boia


  




Uma fisga que atira a esperança
Um pardal de calções astuto
E a força de ser criança
Contra a força dum chui que é bruto




Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos


(A pescaria estava a render...)







As caricas brilhando na mão
A vontade que salta ao eixo
E um puto que diz que não
Se a porrada vier não deixo




(Um barquinho é feito com um chinelo de praia esquecido)



Um berlinde abafado na escola
Um pião na algibeira sem cor
E um puto que pede esmola
Porque a fome lhe abafa a dor





Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos































Mas quando a tarde cai vai-se a revolta
Sentam-se ao colo do pai
É a ternura que volta
E ouvem-no a falar do homem novo
São os putos deste povo a aprenderem a ser homens



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Os Maasai..


Os Maasai são originários dos povos chamados Bantos nilóticos (do Nilo) que falam a mesma língua – MAA – e vivem na mesma região há mais de 3.000 anos – desde a era do Ferro – tendo mantido em comum a história e os antepassados. Portanto, ao longo de tantas centenas de anos foram consolidando uma mesma cultura, os mesmos hábitos, as mesmas maneiras de comemorar (rituais) quando estão tristes ou contentes, quando querem pedir protecção ao seu deus ou agradecer-lhe benesses.





Hoje, para melhor se entenderem com os povos vizinhos, usam também a língua swahili, língua muito comum nas regiões mais próximas.
Também estão convencidos que o seu deus – a que chamam Engai – lhes concedeu todo o gado do Mundo o que tem causado imensos conflitos com povos vizinhos cujo gado os Maasai consideram ser seu por direito divino.
Sendo pastores necessitam de muito espaço e, muito especialmente, de que chova frequentemente, a fim de fazer brotar constantemente o necessário pasto para o seu gado, dádiva divina.


As jovens mulheres miram-se mutuamente.
Diferentes mas iguais!

Como todos os povos tão antigos e tão unidos, a tradição oral é tão forte, tão conhecida por todos, que só muito tarde começam a necessitar de deixar informações escritas. A sua estrutura social, a organização religiosa, sempre ligada às práticas da sua medicina, também contribuiu, com o natural secretismo misterioso de todas as religiões, para retardar a passagem a escrito da sua história, conhecimentos, costumes e rituais. Isto faz com que essas histórias, transmitidas de boca em boca e de geração em geração, vão tomando naturalmente a forma de lendas.


As lendas são a transmissão dos factos, das tradições e dos hábitos comunitários mais importantes ao longo dos tempos e que, por isso, como «quem conta um conto acrescenta um ponto», vão ficando cada vez mais ricas de conteúdo e fantasia. Quando escritas mais tarde tornam-se, assim, a literatura inicial dos povos.

A lenda do enorme Leão Vitchua teve pois origem na tradição de os jovens Maasai, chamados Moran, (os quais passam, todos juntos, da idade adolescente à idade mais adulta através de cerimónias chamadas rituais) terem de provar a coragem ao serem capazes de matar um leão – o maior inimigo do gado que é a sua riqueza – para provar também a sua capacidade de defender a sua tribo e obter a total confiança dos outros.
Nesta história, ao contrário da tradição, não é realmente todo o grupo que mata o temeroso leão mas um só deles. Assim ela torna mais evidentes as virtudes individuais da coragem, ausência de medo, determinação, amor ao seu povo e espírito de sacrifício sem limites, que devem caracterizar sempre os moran maasai! E só após essa prova o jovem poderá ser aceite como adulto e casar-se, deixando de ser moran. Outro modo de os jovens mostrarem também a sua destreza e aptidão passa por dar saltos o mais altos possível a partir da posição de pé e sem tomar balanço.



Apesar da intromissão, para eles sempre violenta, dos costumes ocidentais, o orgulho e a  extraordinária dignidade, coesão e força de carácter dos Maasai tem-lhes permitido resistir, quase intocados pelos novos costumes levados pelos colonizadores.

As mulheres maasai usam a cabeça rapada e cobrem-se com magníficos colares de peitilho, amplos e coloridos e gozam de enorme respeito e consideração apesar de o poder ser apenas exercido pelos homens. Todos os seus filhos, mesmo fora do casamento, pertencem todavia ao marido e à família do marido.



Elas exibem sempre as cabeças escrupulosamente rapadas e, por tradição muito antiga, costumam desde cedo extrair um dos dentes do maxilar inferior.
Dedicam-se à confecção de colares e peitilhos muito coloridos que, se necessário, vendem para comprar alimentos ou outros bens que não produzem.



Outra das características das mulheres Maasai, e em certa fase também dos homens, é a de remover um dos dentes de baixo, não se sabendo bem a origem desse costume.

As suas casas, constroem-nas de palha amassada com os dejectos do gado que depois de secos não deitam qualquer odor e constituem um material isolante que os protege da chuva, do calor e do frio que por vezes se sente à noite na base do Kilimanjaro, o mais alto monte africano, tão elevado que mantém neves eternas.


Os jovens, especialmente, dedicam muito tempo a ornamentar o corpo com ocre e argila em motivos decorativos na pele e no cabelo o qual todavia rapam totalmente ao passar ao nível de idade seguinte.
Na passagem de uma idade a outra, como em outras cerimónias importantes, é sacrificada e consumida uma vaca cujo sangue é partilhado ritualmente.
Os jovens ainda não casados, moran, devem gritar toda a sua mágoa e tristeza ao passarem à idade seguinte como lamento pela perda da liberdade absoluta e vida aventurosa anteriores.
No sentido de defender a população de leões na região, ultimamente tentou-se combater, sem grande sucesso, a prática de os jovens matarem um para ganhar o direito a serem admitidos como adultos e casar, deixando de ser moran.
Em caso de necessidade é sempre consultado o adivinho – laibon – que é também o médico e dirige os rituais religiosos. O avanço da medicina moderna nunca conseguiu pôr fim a tais costumes pois o que mais caracteriza a civilização Maasai é o seu apego e defesa absoluta dos valores do passado. Dele faz parte integrante a sua ciência médica, muito considerada por todos mesmo pela ciência ocidental.

Os Laibon são vistos frequentemente a expor os seus conhecimentos, técnicas e medicinas naturais pelas cidades vizinhas do Quénia e da Tanzânia sendo muito populares e respeitados.



O gado é o centro da economia Maasai. Os animais, porém, raramente são abatidos mas sim acumulados como símbolo de riqueza e usados como moeda de troca ou para pagar dívidas. Os masai são matam as suas vacas, das quais também bebem o sangue, para comer e sempre num sacrifício ritual como forma de as comungar com o seu deus Engai.


São os mais jovens que cuidam das manadas movendo-se constantemente atrás da água e do pasto. Entretanto tentam capturar todo o gado estranho que encontram porque consideram ter-lhes sido todo dado pelo seu deus (Engai). O seu contacto com as cidades limita-se à compra dos suprimentos que não possuem ou para vender o seu magnífi co artesanato de uso corporal.
O sistema social assenta em níveis de idade – crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos – separando sempre os jovens e raparigas impúberes dos mais velhos e das suas mulheres e filhos mais pequenos.

Para casar, um jovem tem de acumular riqueza, o que significa, gado.
Assim que atingem a puberdade as jovens são levadas a casar com um dos homens mais velhos embora antes disso possam conviver, mesmo sexualmente, com os rapazes o que continua a ser permitido mesmo após o casamento.