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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Museu Nacional dos Coches

O Museu Nacional dos Coches localiza-se junto ao rio Tejo, na Praça Afonso de Albuquerque, na zona de Belém, em Lisboa, Portugal e era antigamente uma escola de arte equestre, o Picadeiro Real do Palácio de Belém.




Feitos em Portugal, Itália, França, Áustria e Espanha, os coches abrangem três séculos e vão dos mais simples aos mais sofisticados.















Apesar de serem salas lindíssimas, com as paredes e os tectos completamente trabalhados, com grandes painéis a cobrir toda a área, as salas são demasiado escuras, não tendo praticamente luz artificial e em dias sombrios, como foi este o caso, a luz natural que entra pelas janelas não é suficiente para se descortinar pormenores.






segunda-feira, 28 de março de 2011

No mundo fascinante dos peixes...


Oceanário de Lisboa

"Mar,
Metade da minha alma é feita de maresia"

(Sophia de Melo Breyner Andersen)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Coração









Podem arrancar-me o coração, mas jamais conseguirão arrancar-me os pensamentos.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Se eu pudesse voar...



SE EU PUDESSE VOAR...

 

Estava a pensar em ti
Quando olhei o céu e vi
Uma gaivota a voar
Tinha nas asas leveza
Plumas de rara beleza
Demorei nela o olhar...
Fiquei um tempo à janela
Até que deixei de vê-la
Naquele céu azulado
Mas dei comigo a pensar
Que se eu pudesse voar
Depressa estava ao teu lado

(Alice Mendes)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Assim fomos abrindo aquelles mares ...



Assim fomos abrindo aqueles mares,
Que geração alguma não abriu,
As novas ilhas vendo e os novos ares,
Que o generoso Henrique descobriu;
De Mauritânia os
montes e lugares,
Terra que Anteu num tempo possuiu,
Deixando à mão esquerda; que à direita
Não há certeza doutra, mas suspeita.

(enxerto Canto V - Lusíadas)






Agora sobre as nuvens os subiam
As ondas de Netuno furibundo;
Agora a ver parece que desciam
As íntimas entranhas do Profundo.
Noto, Austro, Bóreas, Aquilo queriam
Arruinar a máquina do mundo:
A noite negra e feia se alumia
Com os raios, em que o Pólo todo ardia.
(enxerto Canto VI - Lusíadas)