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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Wrong place, wrong time...

 
Friday could've started better...
 
Fortunately, no one got hurt, but those traveling inside that carriage, like myself, got a fright to remember!
 



terça-feira, 3 de abril de 2012

A symbol of the Age of Discovery



Belém Tower


Built in 1515 as a fortress to guard the entrance to Lisbon's harbor, the Belem Tower was the starting point for many of the voyages of discovery, and for the sailors it was the last sight of their homeland.





It is a monument to Portugal's Age of Discovery, often serving as a symbol of the country, and UNESCO has listed it as a World Heritage monument.










Built in the Manueline style, it incorporates many stonework motifs of the Discoveries, sculptures depicting historical figures such as St. Vincent and an exotic rhinoceros that inspired Dürer's drawing of the beast.



The architect, Francisco de Arruda, had previously worked on Portuguese fortifications in Morocco, so there are also Moorish-style watchtowers and other Moorish influences. Facing the river are arcaded windows, delicate Venetian-style loggias, and a statue of Our Lady of Safe Homecoming, a symbol of protection for sailors on their voyages.







It is a reminder of the great maritime discoveries that laid the foundations of the modern world.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Visões

Torre de Belém - Lisboa - Portugal


Ao erguermos a vista, não vemos fronteiras.
~ditado japonês~


quarta-feira, 28 de março de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Journey



Sometimes in your life you will go on a journey.
It will be the longest journey you have ever taken.
It is the journey to find yourself.

- Katherine Sharp -

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Visions




Belém - Lisboa

The future belongs to those who see possibilities before they become obvious."
— John Scully

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Futuristic

The Champalimaud Centre for the Unknown - Lisbon


The future, according to some scientists, will be exactly
 like the past, only far more expensive. 
~John Sladek

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Bola de sabão

Como uma bola de sabão
Aos olhos de uma criança
Hoje sinto-me tricolor
E com enorme esperança

Com um simples sopro
Vou voando levemente
Sem nunca deixar de ser
Uma bola transparente

Empurrada pela brisa
Que me envolve com doçura
Liberto-me de tudo e todos
E deixo-me ir com ternura

Levo sonhos e lembranças
De tudo que foi bom e belo
Flutuando pelo céu azul
Que é perfeito e singelo

E neste voo em pleno
Feito de água e sabão
Senti-me esquecer
Tanta preocupação!

Céci

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Galerias Romanas - Lisboa

As galerias romanas da  Rua da Prata, é uma estrutura arquitectónica que se encontra no subsolo da Rua da Prata (antiga Rua Bela da Rainha), Rua da Conceição e estende-se até à Rua do Comércio, na baixa de Lisboa.

Só estão abertas 3 dias por ano - durante o mês de Setembro - visto ser obrigatório o encerramento da via para abrir o alçapão localizado no centro da rua.






Esta estrutura é considerada um criptopórtico - construções abobadadas empregues com alguma frequência pelos romanos em terrenos instáveis ou de topografia irregular para criar uma plataforma de suporte a outras edificações, normalmente públicas. Actualmente a estrutura que hoje resta teria sido primitivamente um vasto complexo de galerias do qual não se conhece a dimensão total. A construção é datada da época da ocupação romana, durante o governo do imperador Augusto, entre os séculos I a.C. e I d.C.
As galerias compõem-se de corredores abobadados, paralelos uns aos outros, com cerca de 3 metros de altura e por 2 a 3 metros de largura, as paredes são planas e verticais, com abóbadas em arcos de volta circular.

Devido a uma fractura no tecto e solo de uma parte das galerias, água salobra brota de um lençol freático, e assim permanecem inundadas durante todo o ano para evitar o colapso do edifício. Uma vez por ano, a água que inunda as galerias é retirada pelos bombeiros municipais de forma a permitir a visita em grupo, gratuita, durante três dias sob orientação de técnicos do Museu da Cidade.


A entrada da galeria localiza-se na Rua da Conceição, junto ao número de polícia 77 e a visita de cada grupo dura cerca de 20 minutos. A abertura das galerias ao público realiza-se pelo menos desde 1986. Desde 1906 eram permitidas visitas apenas a jornalistas e investigadores.
.




Actualmente, a parte visitável é constituída por uma rede de galerias perpendiculares, de diferentes alturas, onde se destacam pequenos compartimentos (celas) dispostos lateralmente a algumas das galerias, que podem ter sido utilizadas na época romana como áreas de armazenamento, bem como arcos em cuidada cantaria de pedra almofadada, técnica típica dos inícios da época imperial romana.




Os visitantes podem ainda ver “Galerias das Nascentes”, também chamada “Olhos de Água”, que ostenta a fractura, a partir da qual brota a água que invade todo o recinto.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Museu Nacional dos Coches

O Museu Nacional dos Coches localiza-se junto ao rio Tejo, na Praça Afonso de Albuquerque, na zona de Belém, em Lisboa, Portugal e era antigamente uma escola de arte equestre, o Picadeiro Real do Palácio de Belém.




Feitos em Portugal, Itália, França, Áustria e Espanha, os coches abrangem três séculos e vão dos mais simples aos mais sofisticados.















Apesar de serem salas lindíssimas, com as paredes e os tectos completamente trabalhados, com grandes painéis a cobrir toda a área, as salas são demasiado escuras, não tendo praticamente luz artificial e em dias sombrios, como foi este o caso, a luz natural que entra pelas janelas não é suficiente para se descortinar pormenores.






sexta-feira, 3 de junho de 2011

ALEGRIA!



Que o brilho do seu dia de hoje
Seja mais intenso que o sol que brilha esta manhã
Que você faça no presente maravilhas
Que vão durar até amanhã

Que você encontre o que procurar
E procure o que vale a pena encontrar
Mesmo que não seja eterno enquanto dure
Mas cuja lembrança para sempre irá durar

Sinta-se feliz por estar vivo
A vida é uma felicidade que não se pode negar
Deixe as angústias e tristezas de lado
Hoje é dia de se apaixonar

Dê um forte sorriso para quem lhe é caro
E um abraço em quem você puder abraçar
Não adie nem deixe para depois
A alegria que agora você pode provocar

Neste momento algo está esperando
Um "Oi", um "Bom Dia", ou outro cumprimentar
Divida seu bom humor e descubra
Que assim você faz ele se multiplicar

E se mesmo assim você ficar triste
Divida a decepção com um amigo
Pois ao seu redor existe alguém
Que se importa contigo...

(Edney Souza)

terça-feira, 24 de maio de 2011

A graça do Miradouro da Graça

Igreja da Graça


Interior Igreja da Graça



Miradouro da Graça



LISBOA

Digo:
"Lisboa"
Quando atravesso - vinda do sul - o rio
E a cidade a que chego abre-se como se do meu nome nascesse
Abre-se e ergue-se em sua extensão nocturna
Em seu longo luzir de azul e rio
Em seu corpo amontoado de colinas -
Vejo-a melhor porque a digo
Tudo se mostra melhor porque digo
Tudo mostra melhor o seu estar e a sua carência
Porque digo
Lisboa com seu nome de ser e de não-ser
Com seus meandros de espanto insónia e lata
E seu secreto rebrilhar de coisa de teatro
Seu conivente sorrir de intriga e máscara
Enquanto o largo mar a Ocidente se dilata
Lisboa oscilando como uma grande barca
Lisboa cruelmente construída ao longo da sua própria ausência
Digo o nome da cidade
- Digo para ver
(Sophia de Mello Breyner)




Miradouro Nossa Senhora do Monte