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domingo, 21 de outubro de 2012

Almost ... a Love Story

 
 
 
 
Once, long ago, before people appeared on Earth, the land was not the same as it is now. There was no Moon and the Sun was alone in the sky. The Sun was lonely, and would wander day and night through the sky. Always was the Sun searching for someone to be his friend, his companion. One day, the Sun wandered farther north than he ever had before, and there he saw a Glacier resting between two Mountains. The sun thought the glacier was one of the most beautiful things he had ever seen.

And so it was that the Sun came to the north more often and spent many days watching the Glacier from the cover of the Mountains and the horizon. The Sun was clever but he could not hide forever, and the Mountains soon told the Glacier that he was hiding from her and watching from a distance. The Sun was ashamed and began to run away, fearing the Glacier would be mad at him. To his surprise, the Glacier was not mad and called out to the Sun, "Come closer, so that I may see you as well." But the Sun was bright and hard to look at. The Mountains told her to climb upon their backs so that she could see better. Still, she could not clearly see the face of the Sun, and so she leaped to him in the heavens and became the Moon.

The Sun made a home for them in the heavens and there the Moon and the Sun danced together, and they were happy. The Sun had never been more full of joy. He had found his mate, and was no longer lonely. He beamed down upon all the earth and sung his love. In this way, they lived a long time, but one day the Moon was not as happy as she usually was.

"Why are you not happy", asked the Sun?"

"I LOVE YOU, and I like dancing through the sky with you, but I am homesick for the Mountains and their firm embrace. I am going to return to them."

"I am sorry my love", replied the Sun, "but you cannot return. You are no longer the glacier that you once were. You are now the Moon and cannot return to the Mountains."

Her reply was filled with tears, "I shall try to return anyway. Do not think I love the Mountains anymore than I love you, this is something I must do."

"I understand, and I will not let you leave my heart", said the Sun, "every day you try to return to the mountains, I will follow. When you decide that you no longer wish to search for the Mountains I will be behind you, waiting with my heart open for you. Whenever you feel you cannot continue, turn around and return to me."

When the People appeared on Earth they saw the Sun and they watched as it followed the Moon. Every day they watched as the Moon continued her quest searching for the Mountains of her youth, and the Sun followed. The Sun has never stopped following the Moon, and he never will.  (by Roninspoon)
 
 

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Almas gémeas





Desconheço o autor deste pequeno texto. Encontrei-o no blog de uma amiga (http://sandralage.blogspot.com/) e não resisti a postar, porque.. me emocionou. Espero que gostem.
Bom fim de semana!


"Ninguém jamais conseguiu explicar como foram criadas as almas gêmeas, mas eu me lembro bem dessa história.

Estavam, lá no céu, todas as almas.

Umas eram somente razão, outras somente emoção; duas filas distintas.

Finalmente, chegou a minha vez de ser colocada em uma das filas. Olhei para ambas e me identifiquei com a da razão. Acontece, porém, que quando avistei você na da emoção meus olhos brilharam, como se você fosse um imã a me puxar.

Aproximei-me do Criador e lhe disse:
- Eu gostaria de ficar na fila da emoção, pode ser? É que existe uma doce alma por lá, que me encantou.
- Está bem! Falou-me Ele. Você até poderá escolher seu lugar, mas antes quero lhe explicar algo. Depois, então, você fará a sua opção.

Existem almas que são gêmeas, tudo nelas é igual. A única diferença que eu coloquei foi a razão e a emoção. Justamente para que elas possam se completar. É como se fosse um encaixe. Possuo uma grande percepção para distinguir as almas gêmeas e por isso entendi, que aquela que se encontra ali na fila da emoção é a sua (Ele falou apontando para você).

“Daí querer te colocar na da razão. Caso vocês fiquem juntos, o encanto das almas gêmeas se acabará, ao passo que se ficarem separadas, ele permanecerá. No entanto, devo lhe contar algo: as almas gêmeas nem sempre se encontram, porém vivem sempre unidas pelo coração e por elas próprias. Por outro lado, quando se encontram jamais se separam, nem mesmo eu consigo executar esse afastamento”.

Entendi naquele momento que a razão não sobrevive sem a emoção e a emoção, por sua vez, precisa da razão para viver.

Nesse instante fiz a minha escolha: – Prefiro a fila da razão!

Encaminhei-me para meu lugar, me posicionei e nesse mesmo instante, você, que não tinha até então percebido minha presença, olhou-me e sorriu!

Hoje, eu sou a razão, você a emoção.

Eu te dou o chão e você me leva à lua.

Hoje, eu entendo o que o Criador quis me dizer com: “…é como se fosse um encaixe”.

Hoje, eu sou a razão correndo atrás da emoção e você a emoção pedindo aos céus que eu possa pertencer a mesma fila que você.

Contudo, o que você não sabe é que fui eu mesmo quem escolheu o meu lugar, só para ser a sua alma gêmea. O que você não sabe é que, mesmo antes de pertencer a qualquer uma das filas eu já te amava.

Quando voltarmos para o lado de lá, você há de entender tudo isso e se puder escolher uma das filas novamente, ainda vou querer ficar separada de você.

A única diferença é que escolherei a fila da emoção, para sonhar como você sonhou, e que você fique na da razão, para entender como eu sofri!"

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A small story that teaches a lot..

Lisboa - Portugal
A giant ship engine failed. The ship's owners tried one expert after another, but none of them could figure but how to fix the engine.

Then they brought in an old man who had been fixing ships since he was young. He carried a large bag of tools with him, and when he arrived, he immediately went to work. He inspected the engine very carefully, top to bottom.

Two of the ship's owners were there, watching this man, hoping he would know what to do. After looking things over, the old man reached into his bag and pulled out a small hammer. He gently tapped something. Instantly, the engine lurched into life. He carefully put his hammer away.

The engine was fixed! A week later, the owners received a bill from the old man for ten thousand dollars.

"What?!" the owners exclaimed. "He hardly did anything!"
So they wrote the old man a note saying, "Please send us an itemized bill."

The man sent a bill that read:

Tapping with a hammer....................... $ 2.00
Knowing where to tap.......................... $ 9,998.00

Moral of the story : 
Effort is important, but knowing where to make an effort in our life makes all the difference.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Trincheiras de medo em tempo de Natal..




É noite. Em meu redor, tudo explode em ruídos bombásticos que nos secam a voz.
Estilhaços atingem alguns dos meus companheiros, que gemem, escoando-se em sangue.
O som sibilante dos engenhos explosivos que caem, transformam-nos em ratos escondidos em tocas de pavor.

Entre nós, o silêncio é pesado, com excepção para o sofrimento que se perde entre os lábios gretados daqueles que jazem no chão enlameado.

O céu limpo, está semeado de estrelas.
Julgo executar um cântico de amor por entre a fraternidade involuntária que, desde há horas, une os soldados desta trincheira perdida em território inimigo.

Um murmura : - "É Natal....".

Relembro o badalar lento do relógio de sala de jantar da minha casa, o pinheiro iluminado, a lareira acesa...

Mais ou menos por esta hora, a minha mãe, envergando o seu melhor vestido, com uma gola de renda a rodear-lhe o pescoço, entrava e pousava a ceia na mesa por ela própria decorada. Esta, coberta pela toalha bordada com esmero, herança da avó, onde raminhos de bagas de azevinho alegravam o conjunto, maravilhava-nos a todos pelo que sobre si continha e pelo que para nós representava aquele ritual anualmente repetido.

O pai, muito solene, no seu colarinho engomado e gravata posta a rigor, dirigia-se para o seu lugar à cabeceira, começando então a refeição.

O silêncio era a forma por nós escolhida para saborearmos em plenitude os momentos deliciosos que antecediam a meia-noite. Esta mágica, surgindo do nada, transportava-nos a tempos longínquos, onde a injustiça já marcava o coração dos homens. E um deles, na sua condição assumida até às últimas consequências, conseguiria alcançar, através de constantes rasgos de coragem e abnegação, que a sua luta pelo amor e pela paz chegasse até aos nossos dias, senão na prática e acções de cada um, pelo menos na memória de muitos.

Olhando a estrela mais bela do firmamento celeste, encaro a minha condição de homem, também esquecida, também esmagada, nas secretárias dos senhores da guerra.

E a pontaria certeira dos archeiros do céu, provoca a explosão derradeira de uma pequena trincheira onde meia dúzia de homens, apáricos, sós, lembram vagamente o Natal.....

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Provocação



Levas o copo à boca num gesto sensual, mordiscas o vidro, provocando-me.
Pretendo que não te vejo, mas tu roças em mim, e o desejo de à pouco apodera-se do meu corpo, vibrando.
É impossível saber até onde levar as palavras, por isso calamo-nos.
Sinto os teus lábios nos meus seios, fecho os olhos, deixo-me despir mansamente.
Somos como a esperma da primeira vez, estendida ao longo, lambes depressa o clítoris como se o galopasses.
Havemos de o fazer o Verão todo e todo o Verão, como se o calor seja o nosso refrescante, e de adormecer no espaço das pernas, depois de, muito depois, de sentir o orgasmo trepar.
És um pássaro e eu deixo-te poisar, no território suave dos meus desejos, no interior dos meus lábios, em baixo, e rasgá-los lentamente.
Acaricio-te os cabelos, que a mansidão do teu corpo está sobre o meu, calaram-se à pouco o murmúrio dos nossos corpos rente aos lençóis.
Poisas devagar o corpo vazio, começas a ler o que escrevi.
Pretendo que não te vejo, mas é impossível fugir aos teus olhos que me abraçam, é impossível não me deixa despir ...

terça-feira, 28 de setembro de 2010


Sózinha no bosque
perdida de todos,
ela caminha sem destino.

Ouvem-se o sussurro dos ramos
nas árvores próximas,
e o chilrear das aves
naquele fim de tarde de Outono.

Os penedos estendem
as suas sombras
sobre o caminho de pedras soltas.

As águas de um regato
murmuram por entre os seixos,
procurando caminho
para descer a encosta.

A aragem fresca
anuncia uma noite gelada,
no entanto, ela deita-se
no manto castanho de folhas secas
e ali fica a contemplar
as primeiras estrelas.

Na manhã seguinte,
por entre a neblina que
se esparrama até ao chão,
o seu sorriso está petrificado,
assim como o seu corpo gelado.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Madrugada


Madrugada molhada de orvalho.
É a hora do dia mais gostosa, mais serena.
As ruas estão desertas, o céu ainda está escuro e salpicado de estrelas.
As árvores sussurram baixinho, abanando os ramos compassadamente, as gotas de orvalho soltam-se das flores e deslizam até ao chão fresco que cheira a terra molhada.
Os pardais acordam e, abrindo preguiçosamente as asas, gritam bons dias ao sol, com toda a força dos seus pequenos pulmões.
Naquele jardim solitário, bem apertado entre os prédios altos que desafiam os céus, o perfume das dálias é intenso e espalha-se em redor. Os anjinhos da fonte parecem sorrir ao deixar a água cair das suas ânforas de pedra esculpida.
Os pombos debicam já, algumas migalhas de pão que uma velhinha madrugadora lhes atirou.
O sol já nasceu e a cidade desperta aos poucos.
Olho uma vez mais para o jardim, antes de regressar a casa e me meter na cama.

Como é lindo o amanhecer de um novo dia!!

Sweet

Tempo de Guerra



Deambulava sózinha por entre as ruínas.
Não tinha mais do que 9 anos, mas no seu olhar vago lia-se o sofrimento.

Muito suja, o seu rosto estava preto de fuligem, as suas roupas esfarrapadas, os pézitos descalços.

Saltitava silenciosamente, escondendo-se trémula ao menor ruído, ao menor movimento.
Mas tudo estava calmo, ouvindo-se apenas o troar espaçado dos morteiros, ao longe.

Subitamente, algo se moveu atrás de uma parede em ruínas. A garota estacou, assustada, olhou para um e outro lado e atirou-se, rápida, para debaixo do que restava de um carro.

Passos aproximavam-se vagarosos, à medida que as batidas do seu coração aumentavam. Sustendo a respiração, encolheu-se ainda mais, ficando com a sensação, porém, que o desconhecido se guiaria pelo galopar apressado do seu coração. Por momentos, os passos deixaram de se ouvir.

- É agora! - pensou tremendo.
Mas os segundos arrastavam-se penosamente e, nada acontecia. Finalmente, aventurou-se a levantar a cabeçita, para espreitar. E, desta vez, o seu coração quase parou de medo.

Mesmo à sua frente, parado, um homem olhava-a atentamente. Tentou sorrir quando viu que a criança o observava, mas um enorme ferimento no rosto impedia-o de o fazer.

A garota reconheceu nele o uniforme inimigo e um grito ficou-lhe estrangulado na garganta.
Todavia, o homem aproximou-se, ajoelhando-se à sua frente.
- Não tenhas medo. Não te farei mal.
A criança olhou-o demoradamente, sem que uma resposta se lesse nos seus lábios.

- Olha, toma. Tenho uma coisa para ti. - continuou o soldado, tirando do bolso rasgado uma barra de chocolate embrulhada em prata.

A criança estendeu a mão a medo, pegou no chocolate e finalmente perguntou :
- Não me vais matar? Como fizeram à minha mãe? - e levantou para ele os olhitos azuis, profundamente azuis, enquanto duas lágrimas escorriam furtivas pela face, deixando um rasto molhado.

- Não - respondeu o soldado com um olhar triste.

A garota desembrulhou o chocolate, partiu-o em dois e estendeu uma parte ao desconhecido.
- Toma. Também deves ter fome.

Sentados no chão, lado a lado, por entre as ruínas, o soldado e a criança saborearam, em silêncio, o pedaço de chocolate.

Mas foi então, que o ruído de passos em tropel se fez ouvir.
O soldado levantou-se bruscamente e, virando-se para  a pequenita que o olhava de olhos muito abertos, disse apressado :
- Esconde-te! São os meus! Tenho de ir. Não tenhas medo que eles não virão aqui. - e afastou-se correndo.

Como imaginara, eram realmente alguns dos seus companheiros. Chamou-os e, apontado com o dedo sujo para o lado oposto de onde viera, afirmou com toda a convicção, ter visto um grupo de inimigos encaminhar-se naquela direcção.

A criança tudo vira por detrás do carro e um sorriso triste estampou-se-lhe, por momentos, no rosto.

E, enquanto o grupo se afastava, ela murmurou baixinho um "obrigado" fervoroso e afastou-se também, como antes, saltitando por entre os destroços provocados por uma guerra que não entendia.

Não chegou a ver um aceno silencioso de um homem que, lá ao longe, pensava para si :
                                     - Porquê a guerra????

Sweet
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Aqui tens uma história amiga, tal como pediste. Esta história foi escrita por mim há mais de 30 anos. Na época, alguns anos após o 25 de Abril, eu ainda tinha muito presente as batalhas de rua em Luanda, os morteiros, as balas tracejantes que cruzavam os céus durante a noite, os mortos nas ruas. Uma guerra, que eu não entendia!!

terça-feira, 31 de agosto de 2010



de Silvana Duboc



 

O SOL E A LUA
Quando o SOL e a LUA se encontraram pela
primeira vez, se apaixonaram perdidamente e
a partir daí começaram a viver um grande amor.

Acontece que o mundo ainda não existia e no
dia que Deus resolveu criá-lo, deu-lhes então
toque final ...o brilho !

Ficou decidido também que o SOL iluminaria o

dia e que a LUA iluminaria a noite,
sendo assim, seriam obrigados a viverem separados.

Abateu-se sobre eles uma grande tristeza quando

tomaram conhecimento de que nunca mais se encontrariam.

A LUA foi ficando cada vez mais amargurada,
mesmo com o brilho que Deus havia lhe dado,
ela foi se tornando solitária.

O SOL por sua vez havia ganhado um título de

nobreza "ASTRO REI", mas isso também não o fez feliz.
Deus então chamou-os e explicou-lhes:
Vocês não devem ficar tristes,
ambos agora já possuem um brilho próprio.

Você LUA, iluminará as noites frias e quentes,
encantará os enamorados e será diversas vezes motivo de poesias.

Quanto a você SOL , sustentará esse título porque
será o mais importante dos astros, iluminará a terra
durante o dia, fornecerá calor para o ser humano e a
sua simples presença fará as pessoas mais felizes.

A LUA entristeceu-se muito com seu terrível destino

e chorou dias a fio...já o SOL ao vê-la sofrer tanto
decidiu que não poderia deixar-se
abater pois teria que dar-lhe forças e ajudá-la a
aceitar o que havia sido decidido por Deus.

No entanto sua preocupação era tão grande que
resolveu fazer um pedido a ELE:

Senhor, ajude a LUA por favor, ela é mais frágil do
que eu, não suportará a solidão...

E Deus em sua imensa bondade criou então as estrelas
para fazerem companhia a ela.

A LUA sempre que está muito triste recorre as
estrelas que fazem de tudo
para consolá-la, mas quase sempre não conseguem.

Hoje eles vivem assim....separados,
o SOL finge que é feliz,
a LUA não consegue esconder que é triste.

O SOL ainda esquenta de paixão pela LUA
e ela ainda vive na escuridão da saudade.
Dizem que a ordem de Deus era que a LUA deveria
ser sempre cheia e luminosa,
mas ela não consegue isso....

porque ela é mulher, e uma mulher tem fases.
Quando feliz consegue ser cheia,
mas quando infeliz é minguante
e quando minguante nem sequer é possível ver o seu brilho.

LUA e SOL seguem seu destino,
ele solitário mas forte,
ela acompanhada das estrelas, mas fraca.

Humanos tentam a todo instante conquistá-la,
como se isso fosse possível.

Vez por outra alguns deles vão até ela e voltam sempre sozinhos,
nenhum deles jamais conseguiu trazê-la até a terra,
nenhum deles realmente conseguiu conquistá-la,
por mais que achem que sim.

Acontece que Deus decidiu que nenhum amor nesse
mundo seria de todo impossível,
nem mesmo o da LUA e o do SOL...
e foi aí então que ele criou o eclipse.

Hoje SOL e LUA vivem da espera desse instante,
desses raros momentos que lhes foram concedidos
e que custam tanto a acontecer.

Quando você olhar para o céu a partir de agora
e ver que o SOL encobriu a LUA é porque
ele deitou-se sobre ela e começaram a se amar
e é ao acto desse amor que se deu o nome de eclipse.

Importante lembrar que o brilho do êxtase deles é tão grande que
aconselha-se não olhar para o céu nesse momento,
seus olhos podem cegar de ver tanto amor.

Bem, mas na terra também existe sol e lua...
e portanto existe eclipse....
mas essa era a única parte da história que você já sabia, não era?