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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Grão de areia..


"Veja o mundo num grão de areia, veja o céu num campo florido, guarde o infinito na palma da mão, e a eternidade numa hora de vida. "

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Beautiful destination



Imagem feita a partir do Glacier Express, comboio turístico que liga Zermatt a St. Morritz
Suiça
 

If the Road is Beautiful then, Worry About the Destination, 
But if the Destination is Beautiful, Then Don't Worry About The Road!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O SOL E O VENTO






O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte.
O vento disse:
- Provarei que sou o mais forte.
Vê aquela mulher que vem lá embaixo com um lenço azul no pescoço?
Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que tu.

O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem.

O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava,
mais a mulher segurava o lenço junto a si.

Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar.

Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher.

Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço.

O sol disse, então, ao vento:

- Lembra-te disto:

"A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força..

(Sónia Tavares)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Galerias Romanas - Lisboa

As galerias romanas da  Rua da Prata, é uma estrutura arquitectónica que se encontra no subsolo da Rua da Prata (antiga Rua Bela da Rainha), Rua da Conceição e estende-se até à Rua do Comércio, na baixa de Lisboa.

Só estão abertas 3 dias por ano - durante o mês de Setembro - visto ser obrigatório o encerramento da via para abrir o alçapão localizado no centro da rua.






Esta estrutura é considerada um criptopórtico - construções abobadadas empregues com alguma frequência pelos romanos em terrenos instáveis ou de topografia irregular para criar uma plataforma de suporte a outras edificações, normalmente públicas. Actualmente a estrutura que hoje resta teria sido primitivamente um vasto complexo de galerias do qual não se conhece a dimensão total. A construção é datada da época da ocupação romana, durante o governo do imperador Augusto, entre os séculos I a.C. e I d.C.
As galerias compõem-se de corredores abobadados, paralelos uns aos outros, com cerca de 3 metros de altura e por 2 a 3 metros de largura, as paredes são planas e verticais, com abóbadas em arcos de volta circular.

Devido a uma fractura no tecto e solo de uma parte das galerias, água salobra brota de um lençol freático, e assim permanecem inundadas durante todo o ano para evitar o colapso do edifício. Uma vez por ano, a água que inunda as galerias é retirada pelos bombeiros municipais de forma a permitir a visita em grupo, gratuita, durante três dias sob orientação de técnicos do Museu da Cidade.


A entrada da galeria localiza-se na Rua da Conceição, junto ao número de polícia 77 e a visita de cada grupo dura cerca de 20 minutos. A abertura das galerias ao público realiza-se pelo menos desde 1986. Desde 1906 eram permitidas visitas apenas a jornalistas e investigadores.
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Actualmente, a parte visitável é constituída por uma rede de galerias perpendiculares, de diferentes alturas, onde se destacam pequenos compartimentos (celas) dispostos lateralmente a algumas das galerias, que podem ter sido utilizadas na época romana como áreas de armazenamento, bem como arcos em cuidada cantaria de pedra almofadada, técnica típica dos inícios da época imperial romana.




Os visitantes podem ainda ver “Galerias das Nascentes”, também chamada “Olhos de Água”, que ostenta a fractura, a partir da qual brota a água que invade todo o recinto.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

One day..




ONE DAY,
SOMEONE WILL WALK INTO YOUR LIFE
AND MAKE YOU SEE WHY IT NEVER WORKED OUT
WITH ANYONE ELSE!


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Butterfly (VIII)


"Just living is not enough," said the butterfly. "One must have sunshine, freedom and a little flower."
(Hans Christian Andersen)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Onde a terra se acaba, e o mar começa..

O Cabo da Roca é o ponto mais ocidental de Portugal continental, assim como da Europa continental. Situa-se na freguesia de Colares, concelho de Sintra e distrito de Lisboa. O local é visitável, não até ao extremo mas até uma zona à altitude de 140 m. O cabo forma o extremo ocidental da Serra de Sintra, precipitando-se sobre o Oceano Atlântico.



Luís Vaz de Camões descreveu-o como o local “Onde a terra se acaba e o mar começa” (in Os Lusíadas, Canto III). Um padrão em pedra com uma lápide assinalam esta particularidade geográfica a todos quanto visitam este local. A sua flora é diversa e, em muitos casos, tem espécies únicas, sendo objecto de vários estudos que se estendem, igualmente, à geomorfologia, entre outros.



Na zona existe um farol (Farol do Cabo da Roca) e uma loja turística. Está inserido no Parque Natural de Sintra-Cascais, numa zona de fáceis acessos e de grande afluência turística. Ao Domingo é habitual a concentração de vários grupos de motociclistas.