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terça-feira, 17 de maio de 2011

Alentejano :)

Encontrei este amiguinho numa estrada em pleno Alentejo.
Não resisti a tirar umas fotos antes de o colocar em lugar seguro.



segunda-feira, 16 de maio de 2011

La Batalla de La Albuera


La Batalla de La Albuera se enmarca en la Guerra de la Independencia Española, llamada Guerra Peninsular por los británicos y portugueses. El encuentro se libró el 16 de mayo de 1811, en La Albuera, localidad extremeña situada a 22 km de Badajoz en la ruta hacia Sevilla. Combatieron fuerzas aliadas compuestas por tropas españolas y anglo-portuguesas contra el ejército del Imperio Francés, incluyendo un regimiento polaco del Ducado de Varsovia, al mando de mariscal Soult.











Las fuerzas anglo-portuguesas estaban a las órdenes del mariscal Sir William Beresford; las fuerzas españolas las mandaba el general Joaquín Blake. El encuentro acabó sin una victoria clara para ninguno de los dos bandos después de una lucha sangrienta, aunque generalmente se acepta como una victoria táctica del ejército hispano-anglo-portugués. Los datos de combatientes y de bajas aún son discutidos.




Hoje em dia, comemora-se este episódio da Guerra da Independência com uma espectacular recriação da batalha. Na localidade de La Albuera (Badajoz, Extremadura) reproduz-se, todos os anos, a histórica batalha - declarada Festa de Interesse turístico Regional - num conjunto de colorido, explosões, vistosos uniformes, cavalaria, pólvora e estrondo de canhões, sendo que, este ano, comemorou-se o Bicentenário deste inútil derramamento de sangue no local exacto onde na realidade se confrontaram os dois exércitos.






A localidade de La Albuera veste-se a rigor para receber, não só os participantes desta emocionante recriação como gente de toda a Europa que vem assistir à encenação de uma das mais sangrentas batalhas que se desenrolaram na Península Ibérica.




Nesta encenação participam associações de recriação histórica portuguesas, espanholas, inglesas, escocesas, francesas, polacas.... e inclusivé descendentes directos de antepassados que lutaram nesta batalha.



















quarta-feira, 11 de maio de 2011

Aventura


Monforte - Alentejo - Portugal


"Vivemos num mundo maravilhoso que é cheio de beleza, encantos e aventuras. Não existe fim para as aventuras que podemos ter se simplesmente as procurarmos com os nossos olhos abertos."
( Jawaharlal Nehru )

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Flores silvestres



"Quem sabe ver a beleza da vida numa flor silvestre, sabe valorizar o que é humano
e preservar o que é divino."

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Small but perfect




“In nature, nothing is perfect and everything is perfect. Trees can be contorted, bent in weird ways, and they're still beautiful.” - Alice Walker

Panteão Nacional

O Panteão Nacional, situado na zona histórica de Santa Clara, em Lisboa, ocupa o edifício originalmente destinado para igreja de Santa Engrácia, acolhendo os túmulos de grandes vultos da história portuguesa.



O actual templo situa-se no local de uma primitiva igreja, erguida em 1568 por determinação da Infanta D. Maria, filha de Manuel I de Portugal, por ocasião da criação da antiga freguesia de Santa Engrácia.
Essa antiga igreja, severamente danificada por um temporal em 1681, foi alvo de constantes modificações e alterações, de tal modo que hoje nada resta dela.

A primeira pedra do actual edifício, o primeiro em estilo barroco no país, foi lançada em 1682. As obras perduraram tanto tempo que deram azo à expressão popular "obras de Santa Engrácia" para designar algo que nunca mais acaba. A igreja só foi concluída em 1966, 284 anos após o seu início.



O edifício é coroado por um zimbório gigante. O seu interior está pavimentado com mármore colorido.

Entre as personagens ilustres que aí estão sepultadas, encontramos sobretudo presidentes da República e escritores. As excepções são designadamente a fadista Amália Rodrigues, cujos restos mortais foram transladados depois de se alterarem as disposições legais que apenas permitiam a trasladação para o Panteão Nacional quatro anos após a morte, e Humberto Delgado.
As personalidades sepultadas são:
  • Almeida Garrett, escritor (1799-1854)
  • Amália Rodrigues, fadista (1920-1999)
  • Aquilino Ribeiro, escritor (1885-1963)
  • Guerra Junqueiro, escritor (1850-1923)
  • Humberto Delgado, opositor ao Estado Novo (1906-1965)
  • João de Deus, escritor (1830-1896)
  • Manuel de Arriaga, presidente da República (1840-1917)
  • Óscar Carmona, presidente da República (1869-1951)
  • Sidónio Pais, presidente da República (1872-1918)
  • Teófilo Braga, presidente da República (1843-1924)
Como Panteão nacional abriga os cenotáfios de heróis da História de Portugal, tais como Nuno Álvares Pereira, Infante D. Henrique, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque.

Em 19 de Setembro de 2007 o escritor Aquilino Ribeiro foi a décima pessoa a ser sepultada no Panteão.