terça-feira, 10 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Flores silvestres
"Quem sabe ver a beleza da vida numa flor silvestre, sabe valorizar o que é humano
e preservar o que é divino."
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Small but perfect
“In nature, nothing is perfect and everything is perfect. Trees can be contorted, bent in weird ways, and they're still beautiful.” - Alice Walker
Panteão Nacional
O Panteão Nacional, situado na zona histórica de Santa Clara, em Lisboa, ocupa o edifício originalmente destinado para igreja de Santa Engrácia, acolhendo os túmulos de grandes vultos da história portuguesa.
O actual templo situa-se no local de uma primitiva igreja, erguida em 1568 por determinação da Infanta D. Maria, filha de Manuel I de Portugal, por ocasião da criação da antiga freguesia de Santa Engrácia.
Essa antiga igreja, severamente danificada por um temporal em 1681, foi alvo de constantes modificações e alterações, de tal modo que hoje nada resta dela.
A primeira pedra do actual edifício, o primeiro em estilo barroco no país, foi lançada em 1682. As obras perduraram tanto tempo que deram azo à expressão popular "obras de Santa Engrácia" para designar algo que nunca mais acaba. A igreja só foi concluída em 1966, 284 anos após o seu início.
O edifício é coroado por um zimbório gigante. O seu interior está pavimentado com mármore colorido.
Entre as personagens ilustres que aí estão sepultadas, encontramos sobretudo presidentes da República e escritores. As excepções são designadamente a fadista Amália Rodrigues, cujos restos mortais foram transladados depois de se alterarem as disposições legais que apenas permitiam a trasladação para o Panteão Nacional quatro anos após a morte, e Humberto Delgado.
As personalidades sepultadas são:
- Almeida Garrett, escritor (1799-1854)
- Amália Rodrigues, fadista (1920-1999)
- Aquilino Ribeiro, escritor (1885-1963)
- Guerra Junqueiro, escritor (1850-1923)
- Humberto Delgado, opositor ao Estado Novo (1906-1965)
- João de Deus, escritor (1830-1896)
- Manuel de Arriaga, presidente da República (1840-1917)
- Óscar Carmona, presidente da República (1869-1951)
- Sidónio Pais, presidente da República (1872-1918)
- Teófilo Braga, presidente da República (1843-1924)
Como Panteão nacional abriga os cenotáfios de heróis da História de Portugal, tais como Nuno Álvares Pereira, Infante D. Henrique, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque.
Em 19 de Setembro de 2007 o escritor Aquilino Ribeiro foi a décima pessoa a ser sepultada no Panteão.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Tranquilidade
terça-feira, 3 de maio de 2011
Mosteiro de São Vicente de Fora
A Igreja de São Vicente de Fora, também referida como Mosteiro de São Vicente de Fora, localiza-se no bairro histórico de Alfama, na cidade de Lisboa, em Portugal.
Remonta a uma igreja, principiada em 1582 no local onde D. Afonso Henriques havia mandado construir um primitivo templo também sob a invocação de São Vicente. Esse santo foi proclamado padroeiro de Lisboa em 1173, quando as suas relíquias foram transferidas do Algarve para uma igreja fora das muralhas da cidade.O antigo mosteiro agostiniano adjacente, com acesso pela nave, conserva a sua cisterna do século XVI e vestígios do antigo claustro. Destaca-se ainda pelos seus paineis de azulejos do século XVIII: à entrada, junto ao primeiro claustro, estão representadas cenas do ataques de D. Afonso Henriques a Lisboa e Santarém. Em volta dos claustros, painéis de azulejos com cenas rurais, rodeados por desenhos florais e querubins, ilustram as fábulas de La Fontaine.
O Panteão Real da Dinastia de Bragança, situado no mosteiro da Igreja de São Vicente de Fora em Lisboa, é o lugar onde descansam muitos dos monarcas, príncipes reais e infantes da quarta e última dinastia real portuguesa, ainda que a Dinastia de Bragança tenha ascendência na Casa de Avis, a segunda dinastia real portuguesa que governou Portugal de 1385 a 1580.
A soberania da Casa de Bragança no reino de Portugal (existente até 1910) e no império ultramarino português, foi iniciada pelo rei D. João IV de Bragança e tendo como seu último rei D. Manuel II, em decorrência da proclamação da república portuguesa em 5 de outubro de 1910.
O Panteão situa-se hoje no antigo refeitório do mosteiro. Seus túmulos são em maioria gavetões de mármore situados nas laterais da grande sala que ocupa, os dos monarcas portugueses são ornados com coroas na parte superior e os nomes e títulos dos seus ocupantes gravados em letras douradas na parte frontal.
O Panteão está aberto a visitas, incluídas no roteiro do Mosteiro. Alguns Braganças que não estão lá sepultados são: D. Maria I, que se encontra na Basílica da Estrela, D. Pedro IV, rei de Portugal e Imperador do Brasil como D. Pedro I, que foi transladado do Panteão para o Monumento do Ipiranga em São Paulo, Brasil, e a rainha D. Maria Pia, que jaz no Panteão dos Sabóias, na Basílica de Superga em Turim, na região do Piemonte, Itália.
O arranjo actual do panteão data de 1933, quando também se ergueu junto aos túmulos de D. Carlos I e de seu filho D. Luís Filipe uma estátua de uma mulher simbolizando a pátria a chorar pelos seus mártires, visto que ambos foram assassinados no atentado republicano de 1908.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Sorri!
Sorri! Sorri sempre!
Mesmo que o teu sorriso seja triste.
Porque,
mais triste do que o teu sorriso triste,
é a tristeza de não saber sorrir!
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