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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Life..

Torre de Algés

Laugh your heart out
Dance in the rain
Cherish the memories
Ignore the pain
Love and learn
Forget and forgive
Because remember
You
Have only one life
To live.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Enjoy life!




Your thoughts guide you to your destiny.
If you always think the same 
you will always get to the same place.
Think in a new way and you will be a new person.
Give happiness to all and you will live in peace.
Create peace in your mind and 
you will create a world of peace around you.


Never stop caring for the little things in Life,
Never stop dreaming or give into strife.
Never stop building bridges that leads to promising tomorrows,
Never stop trying or give into sorrow. 
Never stop smiling and looking forward to each new day, but most of all
Never stops shining in your own special way. 



Life is the hardest school, as you never know
What level of class you are in,
What exam you will have next and
you can't cheat because nobody else 
will have the same question paper.


HAVE A BEAUTIFUL WEEKEND EVERYONE !!


Vermelho



Viaja-me no sangue
um poema vermelho.
Em silêncio,
circulam rubras as palavras,
construindo os versos.
Deslizam desordenadas,
as rimas ardentes...
Pedaços de lava,
incandescentes!

O lume queima as veias.
Na carne, quase em chamas,
o desejo arde!
E a boca em fogo,
que a tua me pede,
lasciva se abre...

-Vem amor...é tarde!...

(Margusta)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Caminhada


Praia do Guincho - Portugal

É longa a estrada da vida
Dificil de caminhar
É traiçoeira como todas as estradas
Tem passeios muitos estreitos
E curvas muito apertadas
É feita de algodão
As faixas são de cetim
Se não estivermos atentos
Aos perigos de momento
Pode ser o nosso fim
Tambem tem alguns rochedos
Tal qual outros caminhos
Em vez de algodão há medos
E o cetim feito de espinhos
Tentamos chegar mais longe
Paramos logo em seguida
Como é dificil caminhar
Na dura estrada da vida!
O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. "A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade. A vida não é de se brincar  porque um belo dia se morre. "
(Clarice Lispector)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Energia..




Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

(Carlos Drummond de Andrade)

D. Fernando II e Glória

A Fragata "D.Fernando II e Glória", o último grande navio à vela da Marinha Portuguesa e também a última "Nau" a fazer a chamada "Carreira da Índia" – verdadeira linha militar regular que, desde o século XVI e durante mais de 3 séculos, fez a ligação entre Portugal e aquela antiga colónia – foi o último grande navio que os estaleiros do antigo Arsenal Real de Marinha de Damão construíram para a nossa Marinha.




A viagem inaugural, de Goa para Lisboa, teve lugar em 1845, com largada em 2 de Fevereiro e chegada ao Tejo, em 4 de Julho. Desde então, foi utilizada em missões de vários tipos até Setembro de 1865, data em que substituiu a Nau Vasco da Gama, como Escola de Artilharia, tendo ainda, em 1878, efectuado uma viagem de instrução de Guarda-Marinhas aos Açores, que foi a sua última missão no mar, onde teve a oportunidade de salvar a tripulação da barca americana "Laurence Boston" que se incendiara.
























Durante os 33 anos em que navegou, percorrendo cerca de 100 mil milhas, correspondentes a quase 5 voltas ao Mundo, a "D.Fernando", como era conhecida, provou ser um navio resistente e de grande utilidade, tendo efectuado numerosas viagens à Índia, a Moçambique e a Angola para levar àqueles antigos territórios portugueses unidades militares do Exército e da Marinha ou colonos e degredados, estes últimos normalmente acompanhados de familiares. Chegou até a levar emigrados políticos espanhóis para os Açores.






Em 1963, um incêndio destruiu grande parte do navio, que ficou a apodrecer durante 30 anos, no estuário do Tejo. Foi decidida já na década de 1990 a sua recuperação, o que chegou a acontecer, de forma a incorporar a Expo'98.












A Fragata "D.Fernando II e Glória" encontra-se em Cacilhas, junto ao terminal fluvial e está aberta ao público.


 







terça-feira, 12 de abril de 2011

Viver e deixar viver



Hoje dediquei-me a pensar e a escrever sobre algo que me tem vindo a deixar apreensiva: a maneira como lidamos com outras filosofias de vida que não a nossa. Ocorrem-me de tempos a tempos, sobretudo em dias mais tristes, pedaços de frases soltas ouvidas ou lidas algures, palavras que ecoam na minha memória, e que me deram que pensar geralmente não pelos melhores motivos. Frases em que fui surpreendida pela arrogância e pelo elitismo mais ou menos assumido que me rodeava.



Considerando-se vencedores dignos e meritórios, censuram impiedosamente quem não se regeu pelos mesmos parâmetros, e não teve os mesmos objectivos.

Fez-me pensar o quanto é fácil para eles julgar todos os outros, considerá-los à partida e por definição um fracasso, nem que seja a fim de mostrarem aos outros (e sobretudo talvez a si próprios) as suas conquistas e virtudes. Este discurso com as suas muitas variações tem a capacidade de me enfurecer e mais tarde de me entristecer, por lamentar sobretudo a visão limitada e limitativa que têm da vida e da sociedade onde a vivemos. Talvez também seja mais fácil julgar a vida dos outros do que compreender que existem outras maneiras de ver a mesma realidade, que certamente não serão menos legitimas. Talvez mais elementar ainda: entender que a vida de cada um pertence a esse individuo e em ultima analise ele tem o direito de decidir o que fazer dela (desde que cumpra as regras em que a sociedade se baseia, ou seja desde que cumpra a lei) e as suas decisões podem e devem merecer o nosso respeito, concordemos com elas ou não. Dito de outra maneira, muitos de nós, senão mesmo todos nós, devemos aprender a viver e deixar viver.


A tolerância, o simples respeito pelos outros, pelos quais tantos lutaram e ainda hoje muitos lutam, é talvez a maior das utopias, mas talvez seja também a chave para um mundo mais justo. Quando finalmente soubermos (sabê-lo-emos algum dia?) deixar o pensamento mesquinho e egoísta, sairmos do nosso confortável casulo e virmos o mundo real com a finalidade de compreender e não de julgar (afinal quem somos nós para o fazermos, quem nos deu tal direito?) tornar-nos-emos mais humanos, mais abertos, mais capazes apreciar a diversidade natural e necessária dos seres humanos. (Ana Teresa)



Vivam e deixem viver!
Somos realmente todos diferentes, e é esse pormenor que torna a vida interessante.
Se assim não fosse, que monotonia.....