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| Jessica drawing... our new friend Lake Manyara - Tanzania |
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
HAPPY NEW YEAR 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL
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| Volta Home - Ghana 2010 |
Natal quente
Natal do cheiro a capim
do pinheiro selvagem
plantado no jardim.
Natal escaldando!
O melhor Natal do Mundo
só pode ser ...(para mim)
o Natal africano!
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Nada como "fechar" o ano com uma foto do que há de melhor neste mundo. As crianças!
Que neste Natal voces sintam toda a alegria necessária para serem felizes a cada instante, que encontrem razões para continuar a viver sorrindo e fazendo amigos e que todos os desejos e sonhos se tornem realidade.
Estarei de volta no início do ano, cheia de fotos e de ânimo para receber de braços abertos o que o futuro me reserva. Até lá amigos, fiquem bem!
Nada como "fechar" o ano com uma foto do que há de melhor neste mundo. As crianças!
Que neste Natal voces sintam toda a alegria necessária para serem felizes a cada instante, que encontrem razões para continuar a viver sorrindo e fazendo amigos e que todos os desejos e sonhos se tornem realidade.
Estarei de volta no início do ano, cheia de fotos e de ânimo para receber de braços abertos o que o futuro me reserva. Até lá amigos, fiquem bem!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Lisboa
Ó Lisboa minha musa
À beira Rio plantada
És a cidade mais Lusa
Desta Pátria minha amada.
À beira Rio plantada
És a cidade mais Lusa
Desta Pátria minha amada.
Tu és verso e és poema
Cidade que nos ufana
Há oito séculos suprema
Como gesta Lusitana...
Cidade que nos ufana
Há oito séculos suprema
Como gesta Lusitana...
Inspiração de poetas
És tema de mil canções
Tuas ninfas predilectas
Já inspiraram Camões.
És tema de mil canções
Tuas ninfas predilectas
Já inspiraram Camões.
Ostentas reino lendário
Onde a saudade é reinado
No teu trono relicário
Vive um Rei chamado Fado...
Onde a saudade é reinado
No teu trono relicário
Vive um Rei chamado Fado...
E o que mais alto ressoa
No País das cinco quinas
É ver que a nossa Lisboa
Também tem sete colinas ...
No País das cinco quinas
É ver que a nossa Lisboa
Também tem sete colinas ...
Ó Lisboa da saudade
Nestes versos exaltada
Pelos teus dotes...CIDADE
És no mundo....A MAIS CANTADA !...
Nestes versos exaltada
Pelos teus dotes...CIDADE
És no mundo....A MAIS CANTADA !...
(Euclides Cavaco)
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Trincheiras de medo em tempo de Natal..
É noite. Em meu redor, tudo explode em ruídos bombásticos que nos secam a voz.
Estilhaços atingem alguns dos meus companheiros, que gemem, escoando-se em sangue.
O som sibilante dos engenhos explosivos que caem, transformam-nos em ratos escondidos em tocas de pavor.
Entre nós, o silêncio é pesado, com excepção para o sofrimento que se perde entre os lábios gretados daqueles que jazem no chão enlameado.
O céu limpo, está semeado de estrelas.
Julgo executar um cântico de amor por entre a fraternidade involuntária que, desde há horas, une os soldados desta trincheira perdida em território inimigo.
Um murmura : - "É Natal....".
Relembro o badalar lento do relógio de sala de jantar da minha casa, o pinheiro iluminado, a lareira acesa...
Mais ou menos por esta hora, a minha mãe, envergando o seu melhor vestido, com uma gola de renda a rodear-lhe o pescoço, entrava e pousava a ceia na mesa por ela própria decorada. Esta, coberta pela toalha bordada com esmero, herança da avó, onde raminhos de bagas de azevinho alegravam o conjunto, maravilhava-nos a todos pelo que sobre si continha e pelo que para nós representava aquele ritual anualmente repetido.
O pai, muito solene, no seu colarinho engomado e gravata posta a rigor, dirigia-se para o seu lugar à cabeceira, começando então a refeição.
O silêncio era a forma por nós escolhida para saborearmos em plenitude os momentos deliciosos que antecediam a meia-noite. Esta mágica, surgindo do nada, transportava-nos a tempos longínquos, onde a injustiça já marcava o coração dos homens. E um deles, na sua condição assumida até às últimas consequências, conseguiria alcançar, através de constantes rasgos de coragem e abnegação, que a sua luta pelo amor e pela paz chegasse até aos nossos dias, senão na prática e acções de cada um, pelo menos na memória de muitos.
Olhando a estrela mais bela do firmamento celeste, encaro a minha condição de homem, também esquecida, também esmagada, nas secretárias dos senhores da guerra.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Mensagem de NATAL
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| Ghana - 2009 |
Com a Felicidade do Meu Sonho
Com um lápis desenhei:
A felicidade, a bondade,
O amor e a lealdade.
Com uma borracha apaguei:
O ódio, a guerra, a mentira e o sofrimento.
Com uma moeda comprei:
Alimentos para quem tinha fome,
Roupa para quem tinha frio,
E um lar para quem não tinha abrigo.
Com a felicidade do meu sonho,
Desenhei o desejado,
Apaguei o errado
E fiz sorrir.
(Estrela Polar)
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| Ghana - 2009 |
Toco a tua ausência
Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.
Falta me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.
Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
Porque todo ele é poesia,
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.
Falta-me dize-lo lentamente
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.
Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.
Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
Miguel Gameiro
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