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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Fortaleza (de mim)

Forte dos Oitavos - Cascais - Portugal


Fechada assim por dentro frente ao mar
revelo só a luz que me ilumina
na fresta que de mim se entrevê.
Nada digo do que está por trás do muro
protecção ou barreira que me sela a alma
e impede a entrada dos ventos invasores.
Nada, nem as brechas que minam as paredes
nem as labaredas dos fogos acesos na noite
nem o bater das ondas e a carícia do mar.
Nada me descobre ou me desnuda.
Nada me mostra.
Eu, fortaleza de mim.
(Lique)



(getting closer... )


Listen to the sunset


Listen to the sunset,
Hear its silent sigh
As it falls down the horisen
Warning, the moon is nigh

Listen to the sunset
Hear its silent threat
That darkness will be upon us
It makes everyone upset

Listen to the sunset
The vanity of its words
How beautiful this sunset is
With its colour, and birds

Listen to the sunset
See its pretty hue
But I cant enjoy the sunset
If I am not with you

All the pretty colours are meaningless
So are the birds, and the sounds
Because it all means nothing to me
If you are not around

Just remember this though,
Promise you wont forget,
Even if your far away,
We'll be watching the same sunset

So listen to the sunset
Enjoy its beauty true
When you see it, think of me
And I will think of you

segunda-feira, 18 de outubro de 2010



Plante um pensamento, colha uma acção
Plante uma acção, colha um hábito
Plante um hábito, colha um carácter
Plante um carácter colha um destino!!

Cores de Outono ....



Folhas secas, já cansadas,
descem da copa das plantas.
Tecem tapetes de fadas,
modelam compridas mantas.

Essas folhas já sem vida
vão enfeitando a paisagem,
deixando na despedida
só caminhos de romagem.

Gritam hinos à memória
de um Verão abrasador.
Morreram para dar glória
à vida que há-de dar flor.

E quando Março chegar,
trazendo a força da vida,
de novo se há-de cantar
à Primavera florida.