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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Panteão Nacional

O Panteão Nacional, situado na zona histórica de Santa Clara, em Lisboa, ocupa o edifício originalmente destinado para igreja de Santa Engrácia, acolhendo os túmulos de grandes vultos da história portuguesa.



O actual templo situa-se no local de uma primitiva igreja, erguida em 1568 por determinação da Infanta D. Maria, filha de Manuel I de Portugal, por ocasião da criação da antiga freguesia de Santa Engrácia.
Essa antiga igreja, severamente danificada por um temporal em 1681, foi alvo de constantes modificações e alterações, de tal modo que hoje nada resta dela.

A primeira pedra do actual edifício, o primeiro em estilo barroco no país, foi lançada em 1682. As obras perduraram tanto tempo que deram azo à expressão popular "obras de Santa Engrácia" para designar algo que nunca mais acaba. A igreja só foi concluída em 1966, 284 anos após o seu início.



O edifício é coroado por um zimbório gigante. O seu interior está pavimentado com mármore colorido.

Entre as personagens ilustres que aí estão sepultadas, encontramos sobretudo presidentes da República e escritores. As excepções são designadamente a fadista Amália Rodrigues, cujos restos mortais foram transladados depois de se alterarem as disposições legais que apenas permitiam a trasladação para o Panteão Nacional quatro anos após a morte, e Humberto Delgado.
As personalidades sepultadas são:
  • Almeida Garrett, escritor (1799-1854)
  • Amália Rodrigues, fadista (1920-1999)
  • Aquilino Ribeiro, escritor (1885-1963)
  • Guerra Junqueiro, escritor (1850-1923)
  • Humberto Delgado, opositor ao Estado Novo (1906-1965)
  • João de Deus, escritor (1830-1896)
  • Manuel de Arriaga, presidente da República (1840-1917)
  • Óscar Carmona, presidente da República (1869-1951)
  • Sidónio Pais, presidente da República (1872-1918)
  • Teófilo Braga, presidente da República (1843-1924)
Como Panteão nacional abriga os cenotáfios de heróis da História de Portugal, tais como Nuno Álvares Pereira, Infante D. Henrique, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque.

Em 19 de Setembro de 2007 o escritor Aquilino Ribeiro foi a décima pessoa a ser sepultada no Panteão.












segunda-feira, 2 de maio de 2011

Sorri!



Sorri! Sorri sempre!
Mesmo que o teu sorriso seja triste.
Porque,
mais triste do que o teu sorriso triste,
é a tristeza de não saber sorrir!


terça-feira, 26 de abril de 2011

Paisagem


Casa da Cerca - Almada - Portugal




você é a chave para meu sonho
a paisagem que eu quero ver
você é toda luz que eu quero sentir
para onde vou
de onde volto
para onde olho
tudo que eu desejo
você me conhece só de olhar
então veja como eu vejo.

(Bruna M.)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A small story that teaches a lot..

Lisboa - Portugal
A giant ship engine failed. The ship's owners tried one expert after another, but none of them could figure but how to fix the engine.

Then they brought in an old man who had been fixing ships since he was young. He carried a large bag of tools with him, and when he arrived, he immediately went to work. He inspected the engine very carefully, top to bottom.

Two of the ship's owners were there, watching this man, hoping he would know what to do. After looking things over, the old man reached into his bag and pulled out a small hammer. He gently tapped something. Instantly, the engine lurched into life. He carefully put his hammer away.

The engine was fixed! A week later, the owners received a bill from the old man for ten thousand dollars.

"What?!" the owners exclaimed. "He hardly did anything!"
So they wrote the old man a note saying, "Please send us an itemized bill."

The man sent a bill that read:

Tapping with a hammer....................... $ 2.00
Knowing where to tap.......................... $ 9,998.00

Moral of the story : 
Effort is important, but knowing where to make an effort in our life makes all the difference.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ginjinha do Rossio


«A GINJINHA» - Largo de S. Domingos

Esta casa já histórica faz parte do roteiro obrigatório de Lisboa. Francisco Espinheira quando abriu a sua casa, no ano de1840, nunca lhe terá passado pela cabeça que a Ginjinha do Rossio seria um dos estabelecimentos mais populares de Lisboa, um século depois.

Lisboa já não passa sem ela, aqui bebe-se "Espinheira", marca premiada com as mais altas recompensas nas várias exposições em que tem participado .

"Com ou sem?". O preço é igual: 1,10 €, um copo com ou sem ginjas.

À sua entrada pode ler-se num dos sugestivos e deliciosos cartazes as seguintes legendas.

De um lado:

Dona Fedúncia da Costa,
Delambida e magrizela,
Fez de ser tola uma aposta
Diz que ginjinha nem vê-la,
Porque, coitada, não gosta.


Do outro:

Já a ama de um reverendo,
Lá para as bandas da Barquinha,
Tem um aspecto tremendo.
Bebe aos litros de ginjinha
E é isto que se está vendo.

(Texto de José Costa)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Feira da Ladra

Com origem na Idade Média, século XIII, a Feira da Ladra é o mais antigo mercado de Lisboa que ainda tem lugar nos dias de hoje.

Situada no Campo de Santa Clara, na freguesia de São Vicente de Fora desde 1882, a Feira percorreu anteriormente muitos outros locais históricos da cidade.

Todas as terças feiras e sábados, do nascer ao pôr-do-sol, por tendas, bancas ou mesmo por panos espalhados no chão, a Feira da Ladra expõe os seus produtos, sobretudo velharias e material usado.

Livros, roupas, loiças, material de escritório, moedas, discos, cd’s, calçado, fotografias, móveis e mais o que a imaginação consiga conceber, tudo encontra na Feira da ladra e a preços reduzidos, num dos bairros históricos da cidade de Lisboa.

Convém chegar cedo e pela fresca, especialmente nos meses de Verão.
Para tirar estas pics, a técnica que assumi foi sempre a de questionar o dono da banca, o que funcionou lindamente, porque recebi sempre um grande sorriso e até algumas poses inesperadas... :)


Um lindo ursinho de peluche..

De todos os feitios e para todos os gostos...

Mais ursos????..... :)



A pose inesperada....


Acessórios militares a preços invejáveis....



Esta fatiota foi, de todas, a que mais gostei!!! ;)



Amália Rodrigues sempre na moda!





O Panteão Nacional como pano de fundo...







Amorosos!!! Quase que os comprei!



Para todas as bocas....



Fascinante e elegante esta girafa..



Camuflado... mesmo!! :)

Miscelândia..
 


Á dúzia é mais barato...
 

Africa sempre presente!



terça-feira, 19 de abril de 2011

Estrada

 

 

 

A vida é uma estrada com amanhãs inesperados. Por isso, não podemos nos deixar abater por uma derrota nem permitir que nada, nem ninguém estabeleça aonde podemos chegar.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

A arte de Grafitar

Grafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade.Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade.

A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.

Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan. Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX.

(texto retirado da net)



















Life..

Torre de Algés

Laugh your heart out
Dance in the rain
Cherish the memories
Ignore the pain
Love and learn
Forget and forgive
Because remember
You
Have only one life
To live.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Ponte e a Cerca



Na vida...
Podemos escolher entre ser ponte...
Que une uma margem à outra de um rio.
Ou ser uma cerca...
Que separa um território de outro.

Se compararmos...
Podemos perceber que se formos ponte...
Iremos unir todas as coisas...
Que por algum motivo nesta vida...
Vivem separadas.
Se formos cerca...
Estaremos dividindo... Marcando espaço...
Quando poderíamos formar elos...
Entre mundos em duelos.

Como ponte...
Podemos aumentar amizades...
Fazer elos de ligações entre comunidades...
Amar com mais intensidade...
Juntar forças entre dois extremos em inimizades.




Como cerca...
Aumentamos divisões... Isolamentos...
Deixamos a vida mais solitária...
Esquecemos de ser humanitários...
Quando poderíamos nos unir a quem necessita...
De alguém mais solidário.

Sejamos nesta vida rápida e passageira...
Ponte que une... Mensageira...
Elo de ligação... Entre nações estrangeiras...
Ponto de união...

Simples... Como flor de laranjeira...
Lançando perfume com notas sublimes...
A solitários e sofridos corações...
Que tanto o mundo reprime.

De nada nos serve a cerca...
Se formos nós mesmos a perder liberdade...
A encher o coração de saudade...
A deixar que vagarosamente nossa vida se perca.




É jubiloso se sentir ponte...
Ser para nossos semelhantes, verdadeira fonte...
De amizade... União...
Alguém que na hora necessária conosco conte...
Para que possamos sentir saudável o coração.

A escolha é nossa... É minha...
Ser cerca... Ou estar sozinha?
Ou ponte... E ter sempre a fronte...
Companhia... Sincero sentimento...
Que à nossa vida...
Só trará acalento.

Sejamos ponte na comunidade...
Ponte em nossa família...
Ponte da fraternidade...
Semeando amor em grande quantia.



Ponte 25 de Abril - Lisboa


Sejamos PONTE...
Derrubemos CERCAS...
Seremos de companheirismo uma fonte...
Para que muita alma não se perca.

(Marilene Mees Pretti)